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De quem é a responsabilidade por atos de corrupção que são denunciados atualmente o em todos os veículos de comunicação de País?

Do governo e do PT

Do PL, PP e PTB, partidos aliados do governo

Do PSDB e PFL, partidos de oposição

De todos os políticos

Da escolha do eleitor

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O celular que atrai e ameaça - Edição de dezembro de 2004

O futuro na ponta dos dedos - Edição de março de 2005


Matéria publicada em 17 de julho de 2006


Destaques de jornais brasileiros, segunda-feira, 17 de julho de 2006

JORNAL DO BRASIL

Sindicato do crime.

- O PCC não está só na guerra contra o poder público. O clima de insegurança é insuflado pela disputa entre o grupo, um bando aliado e três facções inimigas também controladas de presídios de São Paulo e outros Estados. (págs. 1, A5 e A6)

- Líbano - Guerra força brasileiros a viverem em porão. (págs. 1 e A23)

- Concorrência - Sadia faz proposta pela Perdigão. (págs. 1 e A18)

FOLHA DE S. PAULO

- EUA querem que força contra o terror atue no Brasil

A Câmara dos Representantes dos EUA, o equivalente local à Camara dos Deputados brasileira, aprovou moção para que George W. Bush peça a formação de força-tarefa para atuar contra o terrorismo no hemisfério ocidental, especialmente na zona da Tríplice Fronteira. A resolução pede ainda que Bush exija que os países-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) reconheçam o Hizbollah e o Hamas como organizações terroristas. O alvo de ambos os pedidos é o Brasil: é o mais citado nas justificativas da moção como palco das supostas atividades terroristas na fronteira com a Argentina e o Paraguai e é o mais importante dos países-membros da OEA que não aceitam o conceito de organização terrorista -para o Itamaraty, há apenas atos terroristas. A moção causou indignação na Embaixada do Brasil em Washington e, se aprovada pelo Senado, pode atrapalhar a relação entre os dois países. (pág. 1)

- Maior empresa brasileira do setor de alimentos, a Sadia lançou uma oferta de compra de sua principal concorrente, a Perdigão, que pode chegar a R$ 3,723 bilhões. Se concretizada, a operação resultará em uma companhia que terá cerca de 25% do mercado brasileiro de frangos e suínos e será a quarta maior exportadora do país. (pág. 1)

O ESTADO DE S. PAULO

- Antes de Lula, G-8 cobra acordos da Rodada Doha

Os líderes do G-8 deram ao diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, maior prazo para concluir os pré-acordos da Rodada Doha nas áreas agrícola e industrial. Divulgado ontem na cúpula de São Petesburgo, o documento deixa claro que Lamy terá até o dia 31 de agosto "...para romper as intransigências e aproximar as posições". O anúncio surpreende o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, esvaziando o apelo que fará no encontro de hoje. (págs. 1 e B1)

- Oito pessoas morreram e 30 ficaram feridas ontem, em Israel, quando um míssil disparado do Líbano por guerrilheiros do Hezbollah explodiu em instalações ferroviárias de Haifa, a terceira maior cidade do país. Os israelenses reagiram prontamente e bombardearam o aeroporto de Beirute e mataram pelo menos 36 pessoas em várias partes do Líbano. No pior dos ataques de ontem, 16 civis libaneses morreram e mais de 50 ficaram feridos na explosão de um míssil num prédio de apartamentos na cidade de Tiro, sul do Líbano. Pela primeira vez, Israel atacou pontos de onde partem os mísseis do Hezbollah, até agora evitados, pois ficam em meio a populosos vilarejos libaneses. A explosão em Haifa elevou para 24 o número de israelenses mortos desde quarta-feira, início do conflito - metade deles civis. Nesse período, o Hezbollah já lançou cerca de 700 mísseis contra Israel e ontem, foram 70, dos quais 20 contra Haifa. Alguns foguetes também alcaçaram a cidade de Afula, na Baixa Galiléia a mais de 50 quilômetros da fronteira com o Líbano. O exército israelense instruiu todos os habitantes do centro do país, incluindo Tel-Aviv, a ficarem em estado de alerta. O Boeing conhecido por sucatão, da Força Aérea Brasileira, deverá deixar a Turquia hoje, à tarde, para trazer de volta 100 brasileiros que fogem do conflito. (págs. 1, A7 a A10)

O GLOBO

- PT propõe a Lula decálogo para esfriar a campanha

Com medo de expor o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha eleitoral, o comando do PT elaborou uma cartilha com dez regras de conduta que o candidato do partido terá de cumprir. O PT recomenda que Lula se recolha para esfriar a campanha e evitar erros que possam beneficiar seus principais adversários. Para isso, o presidente, que até agora não cumpriu agenda de candidato, deverá evitar entrevistas para não comentar assuntos negativos para o governo e também não deverá participar de debates. Na cartilha, o PT também recomenda que Lula explore mais a postura de presidente do que a de candidato. Desde que a campanha começou, Lula evitou o contato com os eleitores nos dois fins de semana. Ontem, aproveitou o domingo para fazer turismo com dona Marisa na Rússia, onde participará de reunião do G-8. (págs. 1 e 3)

- Um mecânico de 14 anos morreu na madrugada de ontem, em Magé, de dengue hemorrágica. O Estado do Rio encabeça o ranking nacional da dengue: 26.712 casos de janeiro a julho deste ano, um aumento de 1.982% em relação ao mesmo período de 2005. (págs. 1 e 9)

- Foguetes disparados pelo grupo radical libanês Hezbollah mataram oito pessoas na cidade de Haifa, o que levou Israel a advertir sobre "graves conseqüências" para o Líbano. Bombardeios israelenses mataram ontem mais de 50 libaneses. (págs. 1, 18 e 19)

- A Sadia anunciou ontem uma oferta hostil para incorporar a concorrente Perdigão. A operação de 3,7 bilhões, que ainda precisa ser aprovada pelo governo, cria um gigante no setor de alimentos, com faturamento de R$ 14 bilhões e 81 mil empregados. (págs. 1 e 14)

GAZETA MERCANTIL

- Agências reguladoras desafiam o futuro governo

O fortalecimento das agências reguladoras será um dos desafios do próximo presidente da República. Hoje, esses órgãos têm recursos bloqueados pela equipe econômica e padecem da falta de funcionários, inclusive de diretores responsáveis por decisões de interesse de empresas e consumidores. Estudo da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústria de Base (Abdib) revela que desde que foram criadas, as agências, consideradas essenciais para o estabelecimento de um ambiente jurídico que atraia investimentos privados, nunca conseguiram gastar todo o dinheiro previsto em seus orçamentos anuais. E, nos últimos anos, o contingenciamento foi ainda maior. Segundo representantes da oposição e do governo ouvidos por este jornal, para o fim de mandato do atual governo, só será possível aprovar mais algumas indicações para as diretorias das agências. Nomes aprovados pelo Senado aguardam apenas nomeação do presidente Lula para começar a trabalhar. (págs. 1 e A7)

- A Marinha pegou carona no aquecimento da indústria naval, incrementada com a encomenda de 26 petroleiros pela Transpetro, e aluga para empresas privadas parte de suas instalações para o reparo de plataformas de petróleo. É o que acontece na Base Almirante Castro e Silva, na Ilha de Moncanguê, em Niterói, e pode se estender ao espaço do Arsenal, que fica na Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. O grupo Spártacus venceu a concorrência da Petrobras para reformar a P-17 na base de Mocanguê e despertou críticas dos estaleiros, que tratam o fato de "concorrência desleal". A Marinha afirma que os serviços privados realizados em seus espaços respondem por uma pequena fatia do mercado total e, portanto, não afetam os estaleiros. "Restrição ao uso de áreas da Marinha não existe e é boa para ambos os lados. Mas isso não é o ideal, pois os contratos são temporários, assim como os empregos gerados", diz Sérgio Bacci, secretário do Ministério dos Transportes. "O ideal seria dar condições para serem criadas mais unidades capazes de produzir o ano todo e com mão-de-obra fixa" completa.O governo federal analisa a possibilidade de construção de um estaleiro em Cubatão, no litoral paulista, para fazer frente à procura por reparos de embarcações, inclusive as que utilizam o Porto de Santos. O estaleiro Promar avalia a construção de um dique no Rio, em Quissamã. (págs. 1 e C5)

CORREIO BRAZILIENSE

- O massacre dos inocentes.

Em mais um dia sangrento de conflito, os bombardeios israelenses atingiram novamente os subúrbios de Beirute, mas também causaram pânico no centro da capital libanesa. Os moradores procuram rotas de fuga, mas poucas estradas escaparam das bombas. A milícia xiita Hezbollah fez ontem o mais duro ataque contra uma cidade de Israel: Haifa foi atingida por foguetes e oito civis morreram. Na escalada da violência, o próximo alvo pode ser Telavive, onde foi decretado estado de alerta. (págs. 1, 14 e 15)

VALOR ECONÔMICO

- Governo quer ampliar o Proex.

O governo pretende concluir, neste segundo semestre, um pacote de mudanças para ampliar o alcance do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), criado há 15 anos. Estão em estudo medidas para facilitar o apoio às exportações entre filiais de uma mesma multinacional e para permitir seu uso pelo regime de pré-embarque, que financia a produção dirigida ao exterior. Por determinação do Comitê de Financiamento de Garantia das Exportações, formado por seis ministérios, um grupo de trabalho deve terminar em agosto uma nova regulamentação para o enquadramento das empresas e operações candidatas ao financiamento intrafirmas. Entre 2002 e 2005, o Proex-financiamento (que apóia importadores de produtos brasileiros) cresceu de US$ 388 milhões para US$ 492 milhões. O Proex-equalização (que cobre a diferença entre juros internos e externos) aumentou 52%, de US$ 2 bilhões para US$ 3,04 bilhões. (págs. 1 e A3)

- O Supremo Tribunal Federal autorizou a abertura de processos judiciais contra 15 deputados, denunciados por envolvimento com a máfia das sanguessugas. São eles: Benedito Dias (PP-AP), Cabo Júlio (PMDB-MG), Cleonâncio Fonseca (PP-SE), Elaine Costa (PTB-RJ), Fernando Gonçalves (PTB-RJ), Itamar Serpa (PSDB-RJ), João Caldas (PP-AL), Lino Rossi (PP-MT), Nilton Capixaba (PTB-RO), Paulo Baltazar (PSB-RJ), Paulo Feijó (PSDB-RJ), Pedro Henry (PP-MT), Reginaldo Germano (PP-BA), Tetê Bezerra (PMDB-MT) e Vieira Reis (PRB-RJ). O Ministério Público os acusa pela participação no superfaturamento de ambulâncias que causou perda de R$ 1 bilhão aos cofres públicos. (págs. 1 e A10)

JORNAL DO COMMERCIO (PE)

- Jarbas lidera com folga.

Fontes: Agência Brasil e M+



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