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De quem é a responsabilidade por atos de corrupção que são denunciados atualmente o em todos os veículos de comunicação de País?

Do governo e do PT

Do PL, PP e PTB, partidos aliados do governo

Do PSDB e PFL, partidos de oposição

De todos os políticos

Da escolha do eleitor

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Fumo e álcool: Brasil gasta bilhões com tratamentos - Edição de novembro de 2004

O celular que atrai e ameaça - Edição de dezembro de 2004

O futuro na ponta dos dedos - Edição de março de 2005


Matéria publicada em 16 de julho de 2006


Destaques de jornais brasileiros, domingo, 16 de julho de 2006

JORNAL DO BRASIL

- O inimigo público n° 1.

Corpo musculoso, olhar glacial, raciocínio ágil, vocabulário amplo e articulado, Marcola é muito mais que um bandido perigoso. Aos 38 anos, chefia há seis o PCC - e decide quando, onde e como vai agir o maior grupo criminoso da história do Brasil. O JB preferia exibir fotos de quem tivesse vencido o exercito dos fora-da-lei. Mas um inimigo público n° 1 nasce e cresce inevitavelmente quando morre a máquina do Estado. (págs. 1, C7 e C9)

- Trânsito ilegal - Vans Piratas embolsam R$ 45 milhões por mês. (págs. 1, A14 e A15)

- Comércio - Produtos para crianças movimentam R$ 8 bilhões.

FOLHA DE S. PAULO

- SP vive 'guerra de Canudos', diz Lembo.

O governador de São Paulo, Cláudio Lembo (PFL), afirmou ontem que o Estado vive "uma guerra de Canudos" ao se referir aos atentados organizados pela facção criminosa PCC, desde maio. "Há [no Estado] uma massa empobrecida arregimentada pelo PCC", disse. A guerra de Canudos (1896-1897) ocorreu na Bahia e envolveu seguidores de Antônio Conselheiro e soldados. Lembo acredita que a segunda onda de violência arrefeceu, mas não descarta a ocorrência de novos ataques da facção criminosa. "Podemos, sim, sofrer novos surtos", afirmou. Na capital, a Polícia Militar encontrou ontem uma central telefônica clandestina, usada para comunicação de presos do PCC e de outros grupos. Uma mulher foi presa. Ataques a bancos e ônibus voltaram a ocorrer entra a noite de anteontem e a madrugada de ontem. No interior, na região de Ribeirão Preto, foram nove atentados em cinco cidades. Desde terça-feira, na segunda onda de ataques, o PCC matou oito pessoas, incendiou mais de uma centena de ônibus e depedrou fóruns, bancos, bases e casas de policiais. (págs. 1 e C3)

- Um ataque aéreo israelense atingiu ontem, no sul do Líbano, uma van com civis que tentavam escapar do conflito, perto da cidade de Tiro. Todos os 15 passageiros do veículo, onde viajavam 8 crianças, morreram. No sábado, a ofensiva de Israel matou 27 pessoas no Líbano, levando a 93 o total de civis mortos nesse lado da fronteira em quatro dias. Em Israel, mísseis lançados pelo grupo terrorista Hizbollah já mataram quatro civis. O governo israelense afirma que não tem intenção de atingir civis e que avisa antes de alvejar bases do Hizbollah. Os ataques começaram na quarta-feira, em resposta a uma ação da milícia islâmica - integrante do governo libanês - que seqüestrou dois soldados de Israel e matou outros oito. Milhares fogem das bombas na região. A França tem um serviço para retirar seus cidadãos de balsa do Líbano. Um grupo de 17 turistas brasileiros percorreu mais de 200 km para deixar o território libanês. (págs. 1, A19 e A20)

- Depoimentos colhidos pela CPI do Tráfico de Armas revelam que o PCC recruta jovens sem antecedentes criminais em Pernambuco. Eles atuam no tráfico de drogas e assaltos a bancos. Parlamentares dizem que o PCC já tem pelo menos 41 integrantes no Estado. O presidiário Sidney Romualdo é apontado como líder da facção no Nordeste. (págs. 1 e C1)

- A direção nacional do PT recomendou aos diretórios estaduais que "despersonalizem" a disputa eleitoral, dedicando mais tempo de TV às ações da administração Lula do que à trajetória dos candidatos a deputado. A idéia da direção é reforçar a importância de apoio legislativo para um eventual segundo mandato de Lula. Na avaliação da sigla, após a crise do mensalão nenhum dos candidatos possui grande potencial de puxar votos para a legenda. (págs. 1 e A4)

O ESTADO DE S. PAULO

- Cresce a resistência de presos às ordens do PCC.

Cresce nos presídios paulistas um movimento de resistência às ordens de líderes do PCC para iniciar rebeliões, como a que destruiu 19 penitenciárias no Estado, em maio. Presos já falam abertamente em não participar de novas ondas de motins, relata José Maria Tomazela. Uma série de revoltas está sendo preparada, caso se confirme a transferência das lideranças ao presídio federal de Catanduvas (PR). Um tenente da PM foi executado na frente da família na noite de sexta-feira em Praia Grande. O número de ações criminosas diminuiu. (págs. 1, C5 e C6)

- Uma análise das contas dos Estados, a partir dos relatórios de execução orçamentária publicados na internet, mostra que não é só o governo federal que aumenta gastos à medida que a eleição se aproxima. De 2004 para 2005, os governadores elevaram suas despesas em R$ 29,6 bilhões (13,9% mais), com obras, programas sociais e salários de servidores. Contabilizada no orçamento de 2005, grande parte dos investimentos só passou a sair do papel este ano. Em São Paulo, a despesa subiu 53,2%. No Acre 90,8%, e no Espírito Santo, 125%. (págs. 1e A4)

- Política - PMDB é o partido aliado mais infiel - Dado é de levantamento com base em 10 importantes votações. (págs. 1 e A8)

O GLOBO

- Gastos pré-eleitorais de Lula superam em 84% os de FH.

O governo Lula programou R$ 7,9 bilhões em investimentos no semestre pré-eleitoral. Foram 43,8 milhões por dia em promessas de gastos - na média, R$ 1,8 milhão por hora. É, praticamente, o dobro do ano passado, no mesmo período, e 84% a mais que no semestre pré-eleitoral de 2002, na gestão Fernando Henrique, Lula investiu mais em turismo (R$ 802,9 milhões) do que em educação (R$ 144,3 milhões). Reservou 23,6 milhões para festas em mais de cem municípios. E liberou R$ 11,5 milhões para emendas de deputados mensaleiros. É mais do que investiu na Polícia Federal (R$ 9,4 milhões). Informa José Casado. (págs. 1 e 3)

- O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e seu sucessor Cláudio Lembo (PFL), favoreceram aliados na distribuição de verbas para prefeituras no primeiro semestre deste ano. Segundo levantamento no sistema que gerencia as contas públicas de São Paulo, a previsão orçamentária para esses convênios até junho foi de R$ 58 milhões, dez vezes mais que em 2005. (págs. 1 e 4)

- Com um orçamento de R$ 8,4 bilhões este ano, o Bolsa Família já representa uma receita maior do que o Fundo de Participação dos Municípios para três cidades, incluindo São Paulo. O programa só não chega a quatro dos 5.568 municípios brasileiros e faz com que até prefeitos de oposição, de olho em dividendos eleitorais, sejam aliados informais do presidente Lula. (págs. 1 e 8)

- Os governos estaduais responderam por quase 90% dos 27,6 bilhões gastos em segurança pública no país no ano passado, segundo estudo do economista José Roberto Afonso, consultor do PSDB. A conclusão é que se gasta mal e falta planejamento. (págs. 1 e 12)

- O diretor da Polícia Federal, Paulo Lacerda, criou uma força-tarefa de 30 delegados e escrivães para investigar políticos e servidores suspeitos de envolvimento com a máfia dos sanguessugas. É a maior estrutura de combate à corrupção já montada no país. (págs. 1 e 17)

GAZETA MERCANTIL

- Dívida ativa de contribuinte vai parar em banco.

O Senado aprovou, na noite de quarta-feira, resolução que autoriza os estados e os municípios a transferir para os bancos privados a cobrança de créditos que têm a receber da chamada dívida ativa. Em contrapartida, receberão das instituições financeiras, de forma antecipada, parte desses recursos devidos por empresas e pessoas físicas. De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o estoque da dívida ativa de estados e municípios em 2004 somava R$ 220 bilhões. A medida entra em vigor com a publicação no Diário Oficial da União, prevista para os próximos dias. Pelas regras aprovadas, os bancos repassarão aos estados e aos municípios parte da dívida ativa. E cobrarão uma taxa pelo serviço de cobrança. Se a instituição financeira não conseguir executar o valor devido, poderá pedir a devolução dos recursos ou trocar o débito por outro. (pág. 1 e A-8)

- O agravamento da crise no Oriente Médio com os ataques de Israel ao Líbano refletiu no mercado de petróleo. Os preços dos barris WTI e Brent bateram novos recordes históricos, ao serem cotados no fechamento dos negócios a US$ 76,70 e US$ 76,69, respectivamente. (pág. 1 e C-2)

- A Petrobras recusou formalmente a proposta da Bolívia para reajustar o preço do gás natural importado pelo Brasil. Embora esteja prevista nova reunião entre representantes da estatal brasileira e da boliviana YPFB, a pendência deve ser decidida numa corte de arbitragem internacional. (pág. 1 e C-2)

- As empresas de ônibus urbano, eleitas como principal alvo da facção criminosa na segunda onda de violência no Estado de São Paulo em dois meses e iniciada nesta semana, registraram um prejuízo de R$ 19 milhões desde os primeiros ataques, em maio, até a madrugada de ontem. O valor inclui perda de receita e depredações de veículos. Segundo a Secretaria de Segurança de São Paulo, nesta segunda onda foram registrados 118 ataques a diversas alvos, tanto civis como militares. Ainda de acordo com as autoridades, causaram até agora a morte de ao menos sete pessoas. Apesar do clima de tensão, o mercado financeiro não sentiu os efeitos da onda de violência. Os investidores estão muito mais atentos aos problemas no Oriente Médio do que aos ataques na capital paulista. A visão do mercado é que, pelo menos enquanto os conflitos locais não atingirem a economia, não haverá qualquer contágio dos negócios. "Por enquanto nada justifica deterioração do mercado devido à violência", diz Sidnei Moura, da corretora NGO. (pág. 1, A-7 e C-5)

- O BNDES voltou a aproveitar recursos do Fundo Social e lançou ontem uma linha de crédito de R$ 500 milhões para financiar projetos sociais de empresas. No ano passado, o banco poderia ter usado de R$ 70 milhões a R$ 80 milhões do fundo social, mas foram apenas R$ 19,3 milhões. (pág. 1 e A-4)

- As exportações de carne de frango caíram 8% em volume e 4% em receita, no primeiro semestre, devido à retração do consumo mundial por causa da gripe de aves. O temor está-se dissipando, mas ainda assim o volume pode cair 10,6% no ano, para 2,54 milhões de toneladas, e a receita ter queda de 10,1%, para US$ 3,15 bilhões. (pág. 1 e B-12)

- O setor público evita grandes projetos de tecnologia da informação (TI) em ano eleitoral por considerar que estes trazem poucos votos. A falta de investimentos tradicionalmente prejudica o desempenho do setor. Mas este está sendo um ano atípico: no primeiro semestre, R$ 21 bilhões foram movimentados pelo segmento, de acordo com pesquisa do Instituto Sem Fronteiras (ISF), um crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. "O segmento governamental e as estatais puxaram o investimento", afirma o diretor de pesquisa da instituição, Ivair Rodrigues. As empresas do setor aproveitam o bom momento. A divisão de software da IBM, por exemplo, deve repetir neste semestre o crescimento de 23% registrado de janeiro a junho de 2005. A Hyperio n, de ferramentas de análise de informações corporativas, cresceu 35% na América Latina no ano fiscal até junho. (pág. 1 e C-1)

- A Previ , fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, e fundos de investimentos acionistas da Arcelor Brasil reúnem-se hoje para reivindicar sua participação na oferta de compra de ações, feita pela indiana Mittal Steel, aos acionistas da controladora da siderúrgica brasileira, a franco-belga Arcelor. (pág. 1 e B-2)

- A alta do petróleo e os conflitos entre Israel e Líbano afetaram as bolsas globais. O Dow Jones, principal indicador da Bolsa de Nova York, caiu 1,52%. A Bovespa recuou 2,44%. O câmbio também foi afetado aqui, com alta de 0,95% no dólar, para R$ 2,220. (pág. 1, B-1 e B-8)

- A BNP Paribas Asset Management lança hoje seu segundo fundo de capital protegido, o multimercado BNP Paribas Troppo Due. A carteira, com aplicação mínima de R$ 1 milhão, destina-se a investidores institucionais, como fundos de pensão e seguradoras, que buscam oportunidades de ganhos na renda variável, mas não querem correr o risco de perder o capital investido no caso de desvalorização da Bolsa. "Muitos desses investidores já bateram sua meta atuarial ao longo deste ano, querem manter a alocação em Bolsa, mas sem correr o risco de perder o que já ganharam", disse a este jornal o diretor de produtos da gestora, Luiz Carlos Di Nizo Sorge. A expectativa é captar R$ 40 milhões em aplicações. O grande atrativo é que o fundo, com prazo de 17 meses, garante o principal investido, se a Bolsa registrar desvalorização ao final da aplicação. (pág. 1 e B-1)

- A instalação de uma refinaria de açúcar na Síria com tecnologia brasileira será concluída em janeiro de 2008. Os investimentos são estimados em US$ 80 milhões e feitos pela Crystalsev, Cargill e o empresário sírio Nagib Assaf. O projeto deve revolucionar o comércio de açúcar no país, hoje vendido a granel. Na mineração, uma parceria árabe- brasileira de US$ 250 milhões pode ocorrer em breve. (pág. 1, A-5 e B-12)

- O consumo aparente (soma da produção com as importações, menos as exportações) de resinas termoplásticas no País atingiu 2 milhões de toneladas no primeiro semestre, um acréscimo de 11,5% sobre igual período de 2005. (pág. 1 e C-4)

- A Apex-Brasil levará 30 empresas brasileiras para participar da ISPO Summer 2006, na Alemanha, uma das maiores feiras internacionais do segmento esportivo. O objetivo é possibilitar a venda de US$ 300 mil durante os três dias do evento e US$ 1,49 milhão em negócios a serem fechados nos 12 meses seguintes. (pág. 1)

- Principal alvo das grandes redes, os laboratórios de análises clínicas de médio porte começam a adotar estratégias como cortar custos e elevar a escala da produção para sobreviver. As empresas paulistas Ultra Diagnósticos e Serviços de Análises Especializadas (SAE) fecharam parcerias com planos de saúde para ampliar o volume de exames. O laboratório baiano Datalab tem 75% de sua demanda assegurada pelos clientes da operadora de saúde do Grupo Promédica, ao qual pertence, afirma Jorge Oliveira, diretor-financeiro. "Só é competitivo quem tem poder de barganha com os fornecedores, que são bastante concentrados em poucas empresas." Licenciar sua marca a pequenos laboratórios, muitas vezes tocados apenas por um bioquímico, foi uma das alternativas adotadas pelo Laboratório Knijnik, de Porto Alegre. O curitibano Laboran vai lançar um cartão de fidelidade que dará descontos nos preços dos exames, e não descarta a unir-se a outros grupos para ganhar volume. O processo de consolidação vai se acentuar nos próximos dois anos, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC), Ulisses Tuma. "A tendência nos grandes mercados mundiais é de enxugamento." No Brasil, existem cerca de 17 mil laboratórios e 42 mil postos de coleta. Nos Estados Unidos, poucos laboratórios dominam o extenso mercado daquele país. A Diagnósticos da América (Dasa) e o Fleury saíram na frente e pretendem crescer em todo o território nacional com um volume agressivo de aquisições. (pág. 1 e C-3)

CORREIO BRAZILIENSE

- PF e ABIN investigam ação que deixaria país às escuras.

Órgãos do governo apuram a existência de um plano para sabotar o edíficio-sede da Cemig, em Belo Horizonte. Caso fosse consolidado, o atentado poderia ter provocado blecautes em mais da metade do país. Possível alvo é o centro estratégico de transmissão de energia para 20 estados e Distrito Federal. O ato teria sido planejado por militantes radicais do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), flagrados enquanto discutiam a viabilidade da idéia. A direção da entidade nega qualquer envolvimento. Investigação quer esclarecer a real disposição dos mentores da ameaça. (págs. 1 e 14)

- Sanguessugas - Deputado paraibano, integrante de CPI, terá que investigar o próprio irmão. (págs. 1, 2 e 3)

VALOR ECONÔMICO

- Governo prepara plano com subsídio às tarifas de ônibus.

O governo federal pretende subsidiar com um volume de R$ 300 milhões a R$ 600 milhões as tarifas de ônibus municipais nas cidades com mais de 60 mil habitantes. A intenção é que, junto com ações de desoneração tributária dos Estados e dos municípios, os preços das passagens possam cair 10%, inclusive nas grandes metrópoles. Para chegar a essa queda, a União deverá colaborar com o equivalente a 5% das tarifas. Os Estados entrariam com 3% do total e as prefeituras, com 2% restantes. O ministro das Cidades, Márcio Fortes, disse ao Valor que os estudos técnicos do governo estão na reta final e a proposta agora está sendo analisada no Ministério da Fazenda. O plano só será executado quando as três esferas da administração pública acertarem a contribuição que cada uma delas fará. União e municípios estão mais adiantados, mas falta avançar nas discussões com os governos estaduais. Fortes rechaça o rótulo político da subvenção, até porque é pouco provável que saia do papel antes das eleições, e afirma que se trata de uma boa oportunidade para aumentar a eficiência do setor. Os técnicos do ministério também reconhecem a preocupação com o impacto das tarifas na inflação. Uma eventual redução das tarifas de ônibus teria reflexos importantes nos índices de preços. Segundo a economista Marcela Prada, da Tendências Consultoria, uma queda de 10% nos preços das passagens faria o IPCA, índice que serve de referência para as metas de inflação, cair 0,50 ponto percentual. Paralelamente, o ministério deverá enviar ao Congresso, nas próximas semanas, um projeto de lei que cria a Política de Mobilidade Urbana. Será uma espécie de marco regulatório, hoje inexistente, para o setor. A idéia é permitir uma melhor relação entre poderes concedentes (municípios) e concessionárias (empresas de ônibus), com diretrizes definidas por uma nova legislação federal. (pág. 1 e A4)

- Além de manter as chances de ganhar a eleição presidencial no primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda controla a agenda da campanha. De acordo com a pesquisa de mil entrevistas por telefone feita pelo Instituto Ipespe para o Valor, os temas apontados como os maiores problemas econômicos do país são aqueles com os quais o presidente é mais identificado: a geração de empregos (62% de menções) e combate à pobreza (39%). O candidato tucano Geraldo Alckmin apresenta vantagem sobre Lula em relação a dois temas: redução de impostos e promoção do desenvolvimento. Lula empata com Alckmin na identificação com a bandeira de redução da taxa de juros e o supera na associação com o combate à inflação. Na pesquisa estimulada, Lula ganharia no primeiro turno. Obtém 42%, Alckmin fica com 27%, Heloisa Helena 7% e Cristovam Buarque (PDT) e Rui Costa Pimenta (PCO) com 1%. Na simulação de segundo turno, Lula ganharia com 45% e Alckmin obteria 39%, mostrando a maior capacidade do tucano de agregar os 9% de votos dos outros candidatos. (pág. 1 e A12)

- O fim de semana em São Paulo ameaça conjugar greve dos funcionários do sistema penitenciário e uma nova onda de rebeliões nos presídios. O alerta foi feito ontem pelo Sindicato dos Funcionários de Presídios do Estado de São Paulo. O ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, participará hoje de reunião com o governador do Estado, Cláudio Lembo. Será feita nova oferta da Força Nacional de Segurança. O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, levantou ontem a suspeita de motivações políticas dos ataques dizendo considerar "estranhas" a forma e a época em que estão sendo desencadeados. (pág. 1, A6 e A7)

- O bombardeio e a invasão do Líbano por Israel agravaram a já tensa cena geopolítica internacional e fizeram o preço do petróleo atingir ontem um novo recorde. O barril subiu US$ 1,75 na Nymex, para US$ 76,70, a maior cotação da história. Os mercados financeiros acumularam perdas. O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York desvalorizou-se 1,51% e o Nasdaq, 1,72%. A Bovespa caiu 2,41%. O dólar subiu 0,86%, para R$ 2,22, e os juros futuros longos também avançaram. Mas o juro para a virada do mês caiu 0,02 ponto, para 14,88%, porque os analistas consideram como "dada" a próxima decisão do Copom do Banco Central, na quarta-feira: o consenso absoluto é de corte de 0,50 ponto, com a taxa recuando a 14,75%. Será em termos nominais o juro mais baixo dos últimos 31 anos. (pág. 1, C1, C2, A8 e B7)

- BC está diante de uma situação totalmente nova, a de como lidar com choques positivos. (Claudia Safatle, pág. 1 e A2)

- Previsões catastrofistas sobre os efeitos da taxa de câmbio não têm base nos fatos. (Cláudio Haddad, pág. 1 e A11)

- Tony Blair, premiê britânico, proporá na cúpula do G-8 (sete países mais ricos e a Rússia) que o grupo se torne o G-13, com a entrada de China, Índia, Brasil, África do Sul e México. (pág. 1 e A8)

- O excesso de liquidez mundial e a reviravolta das bolsas levaram o volume de negócios com ADRs a disparar, principalmente os papéis brasileiros. (pág. 1 e C1)

- A companhia colombiana Interconexión Eléctrica (ISA), que levou a empresa de transmissão Cteep no leilão promovido pelo governo paulista no final de junho, busca um parceiro minoritário para dividir o capital da concessionária. A ISA tem os recursos para pagar o bloco de controle ainda nesse mês - R$ 1,19 bilhão. Mas quer um sócio para a parte dos empregados e dos minoritários, fatia que poderá chegar a custar outros US$ 500 milhões, segundo estimativa do gerente geral da ISA, Javier Gutiérrez. (pág. 1 e B8)

JORNAL DO COMMERCIO (PE)

- Governo resgata brasileiros no Líbano.

Fontes: Agência Brasil e M+



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